Central de compras do governo é tema no Fórum Empresarial

9 de dezembro de 2019 - 18:07

O Secretário de Estado da Administração, Jorge Alberto, foi o convidado especial da reunião-almoço organizada pelo Fórum Empresarial de Sergipe, em parceria com a Associação Comercial nesta terça-feira, 31 de julho. O encontro ocorre quinzenalmente. O tema da discussão foram as implicações e funcionalidades da Central de Compras do Estado – o Sistema Comprasnet – e especificidades no cotidiano com os setores produtivos de Sergipe. Participaram do encontro, que ocorreu, no Aquarius Hotel, aproximadamente 30 entidades ligadas ao desenvolvimento econômico, à indústria e ao comércio.

O presidente da instituição, Manoel Lisboa, destacou a importância de discutir as perspectivas da atual administração e ressaltou que a discussão de temas afins é uma prioridade do grupo desde o seu surgimento. “As discussões do Fórum partem da preocupação com o futuro de Sergipe. Por isso, diversos líderes de entidades de classe empresariais se reúnem regularmente, desde meados do ano de 1999, para discutir os problemas e apontar alternativas visando o crescimento do estado”, conta.

Durante sua apresentação, Jorge Alberto afirmou que a secretaria prima pela eficiência das compras públicas com o uso do poder de compra do Estado. “O objetivo do Governo Marcelo Déda é que o Estado possa comprar mais rápido e melhor pelo menor custo possível. Estamos buscando comprar de segmentos estratégicos e relevantes para o desenvolvimento econômico e social sustentável”, informa.

 

Entre as vantagens do sistema adotado, Jorge Alberto destacou a transparência, agilidade, redução dos custos, incremento da participação de fornecedores e padronização e simplificação dos procedimentos. “De janeiro a julho deste ano, o comprasnet contabilizou 2847 processos de compra por dispensa eletrônica e 71 por pregão eletrônico. Essas duas modalidades somaram uma economia R$ 13.012.255,35”, afirma.

Quanto à participação das empresas sergipanas nos processos de compra do Estado, o secretário fez questão de frisar que elas representaram uma fatia de mercado de 52%, o equivalente a um investimento de R$ 12.336.621,72.